DROPS#05

A passadorâmica Angélica Fontella entrevistou a militante da Marcha Mundial das Mulheres e mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), Mariana Carvalho, que desenvolve a pesquisa “As narrativas emocionais da política nas mídias sociais”. A conversa girou em torno das estratégias de provocação de emoções no marketing eleitoral e do papel das mídias sociais na disseminação de discursos de ódio.

Obs.: Agora, você pode ser nossa madrinha ou nosso padrinho. Acesse: www.padrim.com.br/passadorama

Drops#03

O passadorâmico Eduardo Seabra entrevistou o cientista político Fábio Vasconcellos, professor do Departamento de Jornalismo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da ESPM. A conversa foi sobre as eleições de 2018, as surpresas causadas pelas pesquisas eleitorais e o efeito do Whatsapp e das notícias falsas sobre o resultado do primeiro turno das eleições.

Fábio Vasconcellos é especialista em análise e jornalismo de dados. Já realizou trabalhos sobre sobre democracia digital, comportamento eleitoral, opinião pública e representação política. Em 2018, ganhou visibilidade na mídia pela criação da ferramenta interativa “Voto Retrô”, que mostra o comportamento dos candidatos a deputado federal em relação a temas políticos relevantes da atualidade. Seu trabalho pode ser conferido no site fabiovasconcellos.com/, no qual ele também compartilha pesquisas sobre política e dados.

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PASSADORAMA #04

No episódio número #04, Angélica Fontella, Eduardo Seabra, Lorenzo Aldé, Rodrigo Elias e Thalyta Mitsue se enveredam pelos corredores dos ministérios da Oceânia e se entorpecem com altas doses de Soma. O tema do mês é Utopias e Distopias. Partimos dos clássicos 1984 (1949) de George Orwell e Admirável mundo novo (1932) de Aldous Huxley para levantar a grande questão: Distopia é ficção?

Pauta: Eduardo Seabra

Edição: Eduardo Seabra

Locução: L. C. Csekö

Participações especiais:

Lara Nogueira da Silva Leal (pós-doutoranda PAPD/FAPERJ do Programa de Pós-Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Puc-Rio) e autora de “A carta de marear de Cardoso Pires ou A viagem do escritor em busca de uma linguagem”, Revista Semear, v.11, 2005 e coautora de “Don Gabriel de todas as primaveras” in O intelectual e o espaço público, Editora da UFMG, 2015).

Renato Nunes Bittencourt (professor da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor de Verdade, Informação e Esclarecimento Público na Comunicação Social, Mauad X, 2015 e de “George Orwell e o distópico futuro da humanidade perante o poder totalitário” in  Filosofia, Literatura e Cinema: intercessões, Liber Ars, 2011).

 

Dicas:

Branco Sai, Preto Fica (Adirley Queirós, 2014 – Filme)

Brazil: O Filme (Terry Gilliam, 1985 – Filme)

Delicatessen (Marc Caro, Jean-Pierre Jeunet, 1991 – Filme)

O Demolidor (Marco Brambilla, 1993 – Filme)

Eles Vivem (John Carpenter, 1988 – Filme)

A Estrada (John Hillcoat, 2009 – Filme)

Ex_Machina: Instinto Artificial (Alex Garland, 2014 – Filme)

The Future (Leonard Cohen, 1992 – Música)

Idiocracia (Mike Judge, 2006 – Filme)

The Last Man on Earth (Will Forte, 2015-2018 – Série)

The Office (Greg Daniels, Ricky Gervais, Stephen Merchant, 2005-2013 – Série)

Senhor das Moscas (William Golding, 1954 – Livro)

SciCast #232: Fim do Mundo! (29/12/2017 – Podcast)

The Walking Dead (Telltale – Jogo)

 

Músicas:

 

Referências

ADMIRÁVEL mundo novo. Direção de Leslie Libman e Larry Williams. 1998. Filme para TV.

BANDEIRA, Luiza. “Quais os fatos reais que inspiraram The Handmaid’s Tale”in Nexo, 28/11/2017: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/11/28/Quais-os-fatos-reais-que-inspiraram-The-Handmaid%E2%80%99s-Tale.

BAUMAN, Zygmunt. Living in utopia (palestra). 2005. Vídeo disponível em: https://digital.library.lse.ac.uk/objects/lse:vob876pub. Transcrição disponível em: https://www.respekt.cz/respekt-in-english/living-in-utopia.

BRADBURY, Ray. Farenheit 451. São Paulo: Biblioteca Azul, 2012.

BRAGG, Melvyn. Aldous Huxley’s Brave New World. BBC-UK In Our Time, 09/04/2009. Podcast. (45 min.). Disponível em: https://www.bbc.co.uk/programmes/b00jn8bc.  

BRAGG, Melvyn. Utopia. BBC-UK In Our Time, 09/04/2009. Podcast. (30 min.). Disponível em: https://www.bbc.co.uk/programmes/p005462n.

BRAGG, Melvyn. Modernist Utopias. BBC-UK In Our Time, 09/04/2009. Podcast. (45 min.). Disponível em: https://www.bbc.co.uk/programmes/p003k9fz.

COHEN, Leonard. The future (música). 1992.

DANOWSKI, Déborah; CASTRO, Eduardo Viveiros de. Há mundo por vir? Ensaios sobre os medos e os fins. Florianópolis: Desterro, 2014.

FONTENELLE, Isleide Arruda. O nome da marca: McDonald’s, fetichismo e cultura descartável. São Paulo: Boitempo, 2002.

FROMM, Erich. Posfácio in ORWELL, George. 1984. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2009. http://pesquisdemica.blogspot.com/2016/11/erich-fromm-sobre-1984-de-george-orwell.html.

GINZBURG, Carlo. “Matar um mandarim chinês: As implicações morais da distância”, in Olhos de Madeira: Nove reflexões sobre a distância. Trad. Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.

HIGHET, Gilbert. The anatomy of satire. Princeton: Princeton University Press, 1962.

HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: O breve século XX. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 1995.

HUXLEY, Aldous. Admirável mundo novo. São Paulo: Círculo do Livro, 1989.  

HUXLEY, Aldous. Regresso ao admirável mundo novo. São Paulo: Itatiaia, 2015.

KOSELLECK, Reinhart. “Terror e sonho – Anotações metodológicas para as experiências do tempo no Terceiro Reich”, in Futuro Passado: Contribuição à semântica dos tempos históricos. Trad. Wilma Patrícia Maas e Carlos Almeida Pereira. Rio de Janeiro: Contraponto / Ed. PUC-Rio, 2006.

LEPORE, Jill. “A golden age for dystopian fiction: What to make of our new literature of radical pessimism”, in The New Yorker, 05 e 12 de junho de 2017: https://www.newyorker.com/magazine/2017/06/05/a-golden-age-for-dystopian-fiction.

MANCUSO, Cecilia. “Speculative or science fiction? As Margaret Atwood shows, there isn’t much distinction”in The Guardian, 22/02/2018: https://www.theguardian.com/books/2016/aug/10/speculative-or-science-fiction-as-margaret-atwood-shows-there-isnt-much-distinction.

MORE, Thomas. Utopia. Edição bilíngue. Trad. Márcio Meirelles Gouvêa Júnior. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2017.

OSNOS, Evan. “Doomsday Prep for the Super-Rich” in The New Yorker, 30/01/2017. Disponível em: https://www.newyorker.com/magazine/2017/01/30/doomsday-prep-for-the-super-rich

ORWELL, George. 1984. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2009.

PYNCHON, Thomas. Posfácio in ORWELL, George. 1984. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2009.

POSTMAN, N. Amusing ourselves to death. Londres: Penguin, 2005

SWIFT, Jonathan. Uma modesta proposta para prevenir que, na Irlanda, as crianças dos pobres sejam um fardo para os pais ou para o país, e para as tornar benéficas para a República. 1729. Tradução de Helena Barbas: http://www.helenabarbas.net/traducoes/2004_Swift_Proposal_H_Barbas.pdf; em inglês:   https://files.acrobat.com/a/preview/db8c97a9-64c2-4b08-a2f2-64226583ca50

*Entrevistas:

Dublagem: Angélica Fontella

Tradução: Eduardo Seabra

Aldous Huxley – Trata-se de uma dramatização de Admirável Mundo Novo (1932), narrada por ele, para uma espécie de radionovela da CBS de 1956. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=1etUD_AE59g.

George Orwell – Trata-se de uma dramatização feita para o documentário da BBC George Orwell: A Life in Pictures (Chris Durlacher, 2003), baseada em escritos deixados por Orwell. O documentário é feito como se fosse uma entrevista de verdade da época. Não há registros de gravações de George Orwell em vida. Trecho do documenário disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=JXm5hklbBsA.

**Comercial Soma – Narração de Thaiane Settecerze e L. C. Csekö.

 

Drops#02

A passadorâmica Angélica Fontella entrevistou o psicanalista Christian Dunker, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). A conversa foi sobre amor nos tempos de internet e os impactos da idealização do amor romântico.

Dunker é autor de Reinvenção da Intimidade: políticas do sofrimento cotidiano, UBU, 2017 e de Mal-Estar, Sofrimento e Sintoma: uma psicopatologia do Brasil entre muros, Boitempo, 2015. Ele ainda foi vencedor do Prêmio Jabuti 2012 com o livro Estrutura e Constituição da Clinica Psicanalítica, Annablume, 2011.

Obs.: Agora, você pode ser nossa madrinha ou nosso padrinho. Acesse: https://www.padrim.com.br/passadorama

Passadorama #03

Acabou o amor

No episódio #03, Angélica Fontella, Eduardo Seabra, Lorenzo Aldé, Rodrigo Elias e Thalyta Mitsue discutem o amor. As relações amorosas sempre foram do mesmo jeito? O que o amor tem a ver com o capitalismo? Como a literatura do Brasil e do mundo lidou com esse tema? Não tenha medo da modernidade líquida ocidental, aperte o play e se apaixone com a gente (ou não).

Pauta: Thalyta Mitsue

Edição: Eduardo Seabra

Locução: L. C. Csekö

Participações especiais:

Mary Del Priore (professora da Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO) e autora de Beija-me onde o sol não alcança, Planeta, 2015 e de Ao sul do corpo, Condição Feminina, Maternidades e mentalidades no Brasil Colônia, UNESP, 2009. Vencedora do Prêmio Jabuti 1998 pelo livro História das Mulheres no Brasil, Contexto, 1997, que organizou).

Christian Dunker (psicanalista e professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e autor de Reinvenção da Intimidade: políticas do sofrimento cotidiano, UBU, 2017 e de Mal-Estar, Sofrimento e Sintoma: uma psicopatologia do Brasil entre muros, Boitempo, 2015. Vencedor do Prêmio Jabuti 2012 pelo livro Estrutura e Constituição da Clinica Psicanalítica, Annablume, 2011).

 

Dicas:

Blood on the tracks (Bob Dylan, 1975 – Álbum)

As canções (Eduardo Coutinho, 2011 – Documentário)

“A dor não nos matará” In: Como ficar sozinho (Jonathan Franzen, 2012 – Livro)

Easy (2016 – Série)

Eu TU e Ela (2016 – Série)

Fragmentos de um discurso amoroso (Roland Barthes, 2003 – Livro)

O guarani (Jose de Alencar, 1857 – Livro: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000135.pdf)

História sexual da MPB: A evolução do amor e do sexo na canção brasileira (Rodrigo Faour, 2006 – Livro)

A moreninha (Joaquim Manuel de Macedo, 1844 – Livro: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000008.pdf)

Novas formas de amar: nada vai ser como antes – Grandes transformações nos relacionamentos amorosos (Regina Navarro Lins, 2017 – Livro)

“The tea maker” (Yoko Ono, 2010 para o The New York Times: https://www.nytimes.com/2010/12/08/opinion/08ono.html)

Vou rifar meu coração (Ana Rieper, 2011 – Documentário)

Wild wild country (2018 – Série documental)

 

Músicas:

 

Referências

ALCOFARADO, Mariana. Cartas  portuguesas. Porto  Alegre, L&PM, 2000.

AMBROSINO, Brandon. “Como foi criada a heterossexualidade como a conhecemos hoje” In: BBC, 11/06/2017: https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-40093671.  

ANDRADE, Carlos Drummond de. “O mundo é grande”. In: Declarações de amor. Rio de Janeiro, Record, 2005.

AUERBACH, Erich. A novela no início do Renascimento – Itália e França. Trad. Tercio Redondo. São Paulo, Cosac Naify, 2013.

BANDELLO, Matteo. Romeu e Julieta. Trad. Claudionor A. de Mattos. São Paulo, Paulus, 1988.

BAUMAN, Zygmunt. Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro, Zahar, 2004.

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro, Zahar, 2001.

BARTHES, Roland. Fragmentos de um discurso amoroso. São Paulo, Martins Fontes, 2003.

BLOOM, Harold. Shakespeare:  a invenção do  humano. Rio  de Janeiro, Objetiva, 2000.

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira, São Paulo, Cultrix, 2006.

FÁBIO, André Cabette. “Como redes de paquera viabilizam mais casais inter-raciais, segundo esta pesquisa”. In: Nexo, 17/10/2017: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/10/17/Como-redes-de-paquera-viabilizam-mais-casais-inter-raciais-segundo-esta-pesquisa.

FÁBIO, André Cabette. “A frequência e os motivos de mentiras em apps de paquera, segundo esta pesquisa”. In: Nexo, 13/05/2018:https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/05/13/A-frequ%C3%AAncia-e-os-motivos-de-mentiras-em-apps-de-paquera-segundo-esta-pesquisa.

FREITAS, Ana. “Por que você está cansado de usar o Tinder” In: Nexo, 11/04/2016: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/04/11/Por-que-voc%C3%AA-est%C3%A1-cansado-de-usar-o-Tinder.

GOULEMOT, Jean-Marie. Esses livros que se lêem com uma mão só: leitura e leitores de livros pornográficos no século XVIII. São Paulo, Discurso, 2001.

LESSA, Fábio de Souza. O feminino em Atenas. Rio de Janeiro, Mauad, 2004.

NOVAES, Adauto. (org.). Os sentidos da paixão. São Paulo, Companhia das Letras, 2009.

REZENDE, Cláudia Barcellos; COELHO, Maria Claudia. Antropologia das emoções. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010. (Foi aqui que encontramos as reflexões de Lutz)

SHAKESPEARE, William. Romeu & Julieta. Edição bilíngue. Trad. Barbara Heliodora. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1997.

SMITH, Aaron; ANDERSON, Monica. “5 facts about online dating”. In: Pew Research Center, 02/08/2018: http://www.pewresearch.org/fact-tank/2016/02/29/5-facts-about-online-dating/

VIVEIROS DE CASTRO, E. e BENZAQUEN DE ARAÚJO, Ricardo. “Romeu e Julieta e a Origem do Estado”, in VELHO, Gilberto (org.). Arte e sociedade. Ensaios de sociologia da arte. Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1977.

WATT, Ian. A ascensão do romance. Estudos sobre Defoe, Richardson e Fielding. Trad. Hildegard Feist. São Paulo, Companhia das Letras, 2010.

Drops #01

O passadorâmico Eduardo Seabra foi à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) conversar com o sociólogo João Trajano Sento-Sé. Na pauta: violência e intervenção militar federal.

Sento-Sé é professor da UERJ, onde integra o Laboratório de Análise da Violência, e é coautor de Polícia, segurança e ordem pública. Perspectivas portuguesas e brasileiras (Imprensa de Ciências Sociais, 2012).

Passadorama #02

Sedução da ordem

No episódio #02, Angélica Fontella, Eduardo Seabra, Rodrigo Elias, Thalyta Mitsue e nosso convidado especial Thiago Facina falam sobre o apelo da ordem. Puxando o gancho da intervenção militar no Rio de Janeiro (aprovada pelo DL 10/2018), tentamos historicizar o desejo por autoridade, principalmente do brasileiro, que flerta com um candidato fascista à Presidência em 2018.

Pauta: Rodrigo Elias

Edição: Eduardo Seabra

Locução: L. C. Csekö

Participações especiais:

Thiago Facina (Mestre em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e autor da dissertação “Eles que se matem”: notas sobre o varejo de drogas ilícitas nas favelas cariocas, 2013)

Nashla Dahás (doutora em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e autora de “O Movimiento de Izquierda Revolucionaria do Chile e a construção de uma memória radical para a América Latina” In: Janaína Martins Cordeiro; Isabel Cristina Leite; Diego Omar da Silveira; Daniel Aarão Reis. (Org.). À sombra das ditaduras. Brasil e América Latina, Mauad, 2014).

João Trajano Sento-Sé (professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), integrante do Laboratório de Análise da Violência (UERJ) e coautor de Polícia, segurança e ordem pública. Perspectivas portuguesas e brasileiras, Imprensa de Ciências Sociais, 2012)

 

Dicas:

“A origem dos deuses”, Coisas que você precisa saber #27 (Justificando, 2016: https://www.youtube.com/watch?v=oSLc4USDEwc)

A revolução dos bichos (George Orwell, 1945 – Livro)

Com Amor, Van Gogh (Dorota Kobiela, Hugh Welchman, 2017 – Filme)

Fruitvale Station: a última parada (Ryan Coogler, 2013 – Filme)

For your own good (Alice Miller, 2002 – Livro)

“Hated in the Nation”, Black Mirror (2016 – Série)

Indignos de vida: a forma jurídica da política de extermínio de inimigos na cidade do Rio de Janeiro (Orlando Zaccone, 2015 – Livro)

O experimento de aprisionamento de Stanford (Kyle Patrick Alvarez, 2015 – Filme)

O experimento Milgram (Paul Gibbs, 2009 – Filme)

“Os pobres vão à praia”, Documento Especial (Programa jornalístico de TV exibido em 1989: https://www.youtube.com/watch?v=kOzGFJZZVe8).

 

Músicas:

 

Referências

AGAMBEN, Giorgio. Estado de exceção. Trad. Iraci D. Poleti. São Paulo, Boitempo, 2004.

ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. Trad. Telma Costa. Porto, Afrontamento, 1984.

ARISTÓTELES. Política. Edição bilíngue. Trad. e notas António Campelo Amaral e Carlos de Carvalho Gomes. Lisboa, Vega, 1998.

BAKUNIN. Textos Anarquistas. Trad. Zilá Bernd. Porto Alegre, L&PM, 2014.

BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO, Giangranco. Dicionário de política. Tradução de Carmen C, Varriale et ai.; coord. trad. João Ferreira. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1998.

CHAMAYOU, Gregoire. Teoria do Drone. Trad. Célia Euvaldo. São Paulo, Cosac Naify, 2015.

CERQUEIRA, Daniel. et al. Atlas da violência 2017, Ipea e Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2017. (http://www.ipea.gov.br/portal/images/170609_atlas_da_violencia_2017.pdf)

FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Org. e trad. Roberto Machado. Rio de Janeiro, Graal, 1979.

GROTIUS, Hugo. The rights of war and peace. Book I. Ed. Richard Tuck. Indianapolis, Liberty Fund, 2005.

HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções (1789-1848). 10a Ed. Trad. Maria Tereza Lopes Teixeira e Marcos Penchel. São Paulo, Paz e Terra, 1997.

HOBSBAWM, Eric. A Era do Capital (1848-1875). 10a Ed. Trad. Luciano Costa Neto. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1996.

LEBRUN, Gerard. O que é poder. São Paulo, Brasiliense, 1981.

MACHADO DE ASSIS, “O Vergalho”, Capítulo LXVIII de Memórias Póstumas de Brás Cubas [1881] (http://www.ibiblio.org/ml/libri/a/AssisJMM_MemoriasPostumas/node71.html)

MARX, Karl. Manifesto Comunista. Trad. Álvaro Pina. Org. Osvaldo Coggiola. São Paulo, Boitempo, 1998.

MATHEUS, Leticia Cantarela. Narrativas do medo: o jornalismo de sensações além do sensacionalismo. Mauad X, 2011.

O GLOBO. Propaganda intervenção. Edição de 22/02/2018. (https://files.acrobat.com/a/preview/561e7811-edc1-481d-97a6-a3f1c95b6943)

PUBLICADO DECRETO DE INTERVENÇÃO NA SEGURANÇA PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2018/02/21/publicado-decreto-de-intervencao-na-seguranca-publica-do-rio-de-janeiro.

RAYNAUD, Philippe e RIALS, Stéphane. (dirs.) Dictionnaire de philosophie politique. Paris, Presses Universitaires de France, 1996.

SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político moderno. Trad. Renato Janine Ribeiro e Laura Teixeira Motta. São Paulo, Cia. das Letras, 1996.

SKINNER, Quentin. Machiavelli: A Very Short Introduction. New York, Oxford University Press, 2000.

THUMFART, Johannes. “On Grotiu’s Mare Liberum and Vitoria’s De Indis, Following Agamben and Schmitt”, in Grotiana, 30. Leiden, 2009.
*Rodrigo Elias citou o caso do ex-escravo Pancrácio na obra de Machado de Assis. Na verdade, trata-se do ex-escravo Prudêncio, em passagem do romance Memórias Póstumas de Brás-Cubas. Pancrácio é personagem de outro texto de Machado de Assis.

Passadorama #01

Fake old news

No episódio número 1, Angélica Fontella, Eduardo Seabra, Lorenzo Aldé, Rodrigo Elias e Thalyta Mitsue falam sobre as “fake old news“. Segundo o dicionário Collins, fake news foi a “palavra de 2017”, mas distorções de histórias sempre existiram… Por que então esse alvoroço nos dias de hoje?

Pauta: Angélica Fontella

Edição: Eduardo Seabra

Locução: L. C. Csekö

Participações especiais:

Bruno Garcia (Mestre em Política Europeia pela Masarykova Univerzita (República Tcheca) e doutor em História pela PUC-Rio)

Marialva Carlos Barbosa (Professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro e autora de Escravos e o mundo da comunicação: oralidade, leitura e escrita no século XIX, Mauad X, 2016)

Dicas:

Arquitetos do poder (Alessandra Aldé e Vicente Ferraz, 2010 – Documentário: https://www.youtube.com/watch?v=wT9nd_ejs7o)

Corações sujos (Fernando Morais, 2000 – Livro)

Fahrenheit 451 (Ray Bradbury, 1953 – Livro)

Revoltirinhas (Jorge Luiz – página do Facebook @revoltirinhas)

Maus (Art Spiegleman, 2005 – Livro)

Muito além do cidadão Kane (Simon Hartog, 1993 – Documentário)

O dia que durou 21 anos (Camilo Tavares, 2012 – Documentário)

Os sertões (Euclides da Cunha, 1902 – Livro)

Page one: Inside the New York Times (Andrew Rossi, 2011 – Documentário)

Músicas:

 

*A música de abertura “Fake News Remix – Donald Trump vs. The Mainstream Media”, de Socialist Mop, não está disponível para reprodução no Spotfy, mas pode ser ouvida aqui: https://www.youtube.com/watch?v=8kkUzU9OiDI

Referências

BARBOSA, Marialva Carlos. História cultural da imprensa: Brasil, 1900-2000. Rio de Janeiro: Mauad X, 2007.

CARR, Edward Hallet. Que é história? Conferências George Macaulay Trevelyan proferidas por E. H. Carr na Universidade de Cambridge, janeiro-março de 1961; tradução de Lúcia Maurício de Alverga, revisão técnica de Maria Yedda Linhares. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.

CUNHA, Euclides. Os sertões [online]. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2010. Available from SciELO Books (http://books.scielo.org). Disponível em: http://books.scielo.org/id/tw4bm/pdf/cunha-9788579820076.pdf

DEBORD, G. A sociedade do espetáculo. Petrópolis, Vozes, 1999.

DONALD, Brooke. “Stanford researchers find students have trouble judging the credibility of information online”. 22/11/2016. Disponível em: https://ed.stanford.edu/news/stanford-researchers-find-students-have-trouble-judging-credibility-information-online

FAKE NEWS WASN’T THE BIGGEST MEDIA PROBLEM OF 2016. Produção do canal Vox. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=vdsj-PIqR0g

FONTANA, Josep. A história dos homens. trad. Heloisa Jochins Reichel e Marcelo Fernando Da Costa, Bauru, SP: Edusc, 2004.

HARRIS, Tristan. “How Technology is Hijacking Your Mind”. Disponível em: https://medium.com/thrive-global/how-technology-hijacks-peoples-minds-from-a-magician-and-google-s-design-ethicist-56d62ef5edf3

HOHLFELDT, Antonio; MARTINO, Luiz C. et FRANÇA, Vera Veiga (Org.). Teorias da comunicação – Conceitos, escolas e tendências. Petrópolis: Vozes, 2001.

JENKINS, Keith. A História repensada. São Paulo: Contexto, 2001.

LENE, Hérica. O “fato jornalístico” como conceito crucial no jornalismo e suas imbricações como “fato histórico” e “fato social”. Revista Ecopós, Rio de Janeiro, v. 17, n. 2, 2014. https://revistas.ufrj.br/index.php/eco_pos/article/view/1248/pdf_27

MARINONI, Bruno; INTERVOZES – COLETIVO BRASIL DE COMUNICAÇÃO SOCIAL. Análise Nº 13/2015 – Concentração dos meios de comunicação de massa e o desafio da democratização da mídia no Brasil. São Paulo: Friedrich-Ebert-Stiftung (FES) Brasil, 2015. Disponível em: http://intervozes.org.br/wp-content/uploads/2016/02/Projeto-FES-Artigo-concentracao-meio.pdf

McCOMBS, Maxwell. A Teoria da Agenda: a mídia e a opinião pública. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

RIBEIRO, Ana Paula Goulart. Imprensa e história no Rio de Janeiro dos anos 1950. Rio de Janeiro: E-papers, 2007.

SODRÉ, Muniz. A narração do fato: notas para uma teoria do acontecimento. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2012.

SNYDER, Timothy. Sobre a tirania. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.

TEDESCO, M. T. V. A.. “Mídia, Língua, Cultura e Ideologia”. In: VALENTI, André. (Org.). Língua Portuguesa e identidade: marcas culturais. Rio de Janeiro: Kaetés, 2007, p. 180-185. https://files.acrobat.com/a/preview/90a784ff-6a0b-437e-935b-3220073110c7

TRAQUINA, Nelson. Teorias do jornalismo: porque as notícias são como são. Florianópolis: Insular, 2004.