DROPS #08 [VERSÃO DUBLADA]

O passadorâmico Eduardo Seabra entrevistou Reza Aslan, professor de Escrita Criativa na Universidade da California, doutor em Sociologia das Religiões pela mesma universidade e autor de Zelota: a vida e a época de Jesus de Nazaré (Zahar, 2013) e Deus: uma história humana (Zahar, 2018). Entre outros tópicos, conversaram sobre os usos políticos da figura de Jesus, o papel das mulheres no cristianismo primitivo, além de personagens como Maria Madalena, Judas e o autoproclamado apóstolo Paulo. Zelota figurou como #1 New York Times Bestseller e Aslan já recebeu o prêmio James Joyce.

DROPS#08 [English version]

Passadorama’s Eduardo Seabra interviews Reza Aslan — a Professor of Creative Writing at University of California, Riverside, holder of a PhD in the Sociology of Religions from the University of California, Santa Barbara, and author of “Zealot: The Life and Times of Jesus of Nazareth” and “God: A Human History”. They discuss, among other subjects, the political uses of the figure of Jesus, the role of women in Primitive Christianity, as well as characters such as Mary Magdalene, Judas and self-proclaimed Apostle Paul. Zealot was #1 New York Times Bestseller. Aslan is also a recipient of the James Joyce Award.

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PASSADORAMA #06

No nosso primeiro episódio especial de fim de ano, o número #06, Angélica Fontella, Eduardo Seabra, Lorenzo Aldé e Rodrigo Elias conversam sobre um personagem histórico que inspirou narrativas de fé e sustentou relações de poder ao longo de dois milênios: Jesus de Nazaré.

Pauta: Eduardo Seabra

Edição: Eduardo Seabra

Locução: L. C. Csekö

Participação especial:

Reza Aslan (doutor em Sociologia das Religiões pela Universidade da California e autor de Zelota: a vida e a época de Jesus de Nazaré, Zahar, 2013 e de Deus: uma história humana, Zahar, 2018; é professor de Escrita Criativa na Universidade da California).

Cristiano Machado “El Fandásdigo Barba” (Pastor, filósofo e produtor/host do podcast Teologia de Boteco – @TeologiaBoteco).

Dicas:

A bruxa (Robert Eggers, 2015 – Filme)

O Evangelho segundo Jesus Cristo (José Saramago, 2005 – Livro)

Jesus Christ Superstar (Andrew Lloyd Webber and Tim Rice, 1970 – Rock opera album)

Jesus Cristo Superstar (Norman Jewison, 1973 – Filme)

[Monty Python’s] A vida de Brian (Terry Jones, 1979 – Filme)

O primeiro mentiroso (Rick Gervais, 2009 – Filme)

Silêncio (Martin Scorsese, 2016 – Filme)

A última tentação de Cristo (Martin Scorsese, 1988 – Filme)

Músicas:

Referências

ASLAN, Reza. Zelota: a vida e a época de Jesus de Nazaré. Rio de Janeiro: Zahar, 2013.

AUERBACH, Erich. Mimesis: A representação da realidade na literatura ocidental. 5a. Edição. São Paulo: Perspectiva, 2011.

FONTANA, Josep. A História dos Homens. Bauru: Edusc, 2004.

GATHERCOLE, Simon. “What is the historical evidence that Jesus Christ lived and died?”. In The Guardian, 14/04/2017. Disponível em: https://www.theguardian.com/world/2017/apr/14/what-is-the-historical-evidence-that-jesus-christ-lived-and-died

GINZBURG, Carlo. “Ecce: Sobre as raízes culturais da imagem de culto cristã”, in Olhos de Madeira: Nove reflexões sobre a distância. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.

HAYES, Christine. Introduction to the Old Testament (Hebrew Bible). (Curso RLST 145). Yale University, 2006. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=mo-YL-lv3RY&list=PLh9mgdi4rNeyuvTEbD-Ei0JdMUujXfyWi

MARTIN, Dale B. Introduction to New Testament. Yale University, 2009 (Curso RLST 152). Disponível em:  https://www.youtube.com/watch?v=dtQ2TS1CiDY&list=PL279CFA55C51E75E0

PAGELS, Elaine. Os Evangelhos Gnósticos. 4a. Edição. Porto: Via Óptima, 2006.

_______________. Revelations: Visions, Prophecy, & Politics in the Book of Revelation. New York: Viking, 2012.

PLATÃO. A República. Introdução, tradução e notas de Maria Helena da Rocha Pereira. 5a ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1987.

PLOTINO. Les Ennéades de Plotin, chef de l’école néoplatonicienne. Tome deuxième. Paris: Librarie de L. Hachette, 1859

O QUE OS HISTORIADORES DIZEM SOBRE A REAL APARÊNCIA DE JESUS. Por BBC. In G1, 28/03/2018. Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/o-que-os-historiadores-dizem-sobre-a-real-aparencia-de-jesus.ghtml

SANTO AGOSTINHO. Confissões. Trad. do latim e prefácio de Lorenzo Mammì. São Paulo, Penguin Classics Companhia das Letras, 2017.

SUPER INTERESSANTE. Deus: como a humanidade descobriu seu criador. Brasil, jun. 2017.

VAINFAS, Ronaldo. A heresia dos índios: catolicismo e rebeldia. Rio de Janeiro, Companhia das Letras, 1995.

VEYNE, Paul. Quando nosso mundo se tornou cristão (312-394). Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2011.

*Acesse a nossa linha do tempo: https://documentcloud.adobe.com/link/track?uri=urn%3Aaaid%3Ascds%3AUS%3A349ad4f7-7652-4c9d-9471-6bb31c70300f

DROPS#07

No episódio Drops #07,  apresentamos um programa diferente: o passadorâmico Rodrigo Elias participou do “Voz Ativa” da Rádio Ativo, a rádio universitária da UniCarioca, junto do professor de História e vereador do Rio de Janeiro Tarcísio Motta (PSOL).  Na bancada, também estiveram: os alunos Alexandre Muller, Patrick Amaro e William Faria e a aluna Fernanda Calé, além da professora Carolina Ferro. O tema da conversa foi o cenário político pós-eleições e a ascensão da extrema direita no Brasil.

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PASSADORAMA #05

No episódio número #05, Angélica Fontella, Eduardo Seabra, Lorenzo Aldé, Rodrigo Elias e Thalyta Mitsue conversam sobre o urgente debate opinião x conhecimento. Por que a verdade, o fato, é importante? Qual é o impacto do discurso sobre a vida das pessoas? *Spoiler*: se a sua “opinião” inviabiliza a vida de outra pessoa ou viabiliza a indignidade de sua existência, ela não deve se sobrepor sobre toda uma plural e democrática sociedade.

Pauta: Rodrigo Elias

Edição: Eduardo Seabra

Locução: L. C. Csekö

Participação especial:

Carolina Ferro (doutora em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e autora de “A livraria de D. Duarte (1433-1438) e seus livros em linguagem” para História e Cultura, v. 5, 2016; é professora da Associação Carioca de Ensino Superior (UNICARIOCA), onde supervisiona o Núcleo de Estudos Interdisciplinares em Comunicação (NEICOM) e onde criou a revista Communicatio).

Dicas:

Armados (Rodrigo Mac Niven, 2014 – Documentário)

O Guia Pervertido da Ideologia (Sophie Fiennes, 2012 – Documentário)

Hannah Gadsby: Nanette (2018 – Série)

Muito além do jardim (Hal Ashby, 1979 – Filme)

Rashomon (Akira Kurosawa, 1950 – Filme)

Rebooting democracy: A citizen’s guide to reinventing politics (Manuel arriaga, 2014 – Livro)

O riso dos outros (Pedro Arantes, 2012 – Documentário)

Viracasacas #79 Brasil: educação, ciência e tecnologia – com Daniel Cara (2018 – Podcast)

 

Músicas:

 

Referências

ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. Trad. José Rubens Siqueira. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

_______________. “Filosofia e política”, in A dignidade da política. 3a. ed. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002.

BENEDICT, Ruth. O Crisântemo e a Espada. São Paulo: Perspectiva, 1972.

BRUGGER, Winfried. “Proibição ou Proteção do Discurso do Ódio? Algumas observações sobre o Direito Alemão e o Americano”. Revista Direito Público, n. 15. Brasília: Instituto Público brasiliense de Direito Público, Jan-Fev-Mar, 2007. ​

FRANKFURT, Harry. Sobre falar merda. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2005.

GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes: o cotidiano e as idéias de um moleiro perseguido pela inquisição. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.

KOSELLECK, Reinhart. Crítica e crise. Uma contribuição à patogênese do mundo burguês. Rio de Janeiro: EDUERJ/Contraponto, 1999.

KUHN, Thomas. A estrutura das revoluções científicas. 5a ed. São Paulo: Perspectiva, 1997.

MAZA, Carlos; LOWNDES, Coleman; BOONE, Hunter. “Why obvious lies make great propaganda”. Produção do canal Vox. Acessado em 10/09/2018. Disponível em:  https://www.youtube.com/watch?v=nknYtlOvaQ0 

MORETTI, Franco. “A forma trágica como desconsagração da soberania”, in Signos e estilos da modernidade: ensaios sobre a sociologia das formas literárias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.

REZENDE, Cláudia Barcellos; COELHO, Maria Claudia. Antropologia das emoções. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010.

SNYDER, Timothy. Sobre a tirania. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.

WALLACE, David Foster. “Isto é água”, in Ficando longe do fato de já estar meio que longe de tudo. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

*https://www.vakinha.com.br/vaquinha/interfaces-38-lc-cseko

DROPS#06

No último Drops sobre a eleição do fim do mundo, o passadorâmico Rodrigo Elias conversou com Renato Cajueiro. Professor com mestrado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Cajueiro pesquisou na área de História Política e atua há mais de uma década na rede pública de ensino. Nesta entrevista, confira uma análise sobre a ascensão do neofascismo bolsonarista e os desafios que podem ser enfrentados por professores, professoras e por quem ainda se importa com esse negócio de democracia.

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DROPS#05

A passadorâmica Angélica Fontella entrevistou a militante da Marcha Mundial das Mulheres e mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), Mariana Carvalho, que desenvolve a pesquisa “As narrativas emocionais da política nas mídias sociais”. A conversa girou em torno das estratégias de provocação de emoções no marketing eleitoral e do papel das mídias sociais na disseminação de discursos de ódio.

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DROPS#04

Passadorâmicos continuam circulando enquanto podem, em busca de luzes para tentar entender o momento sombrio em que o país mergulha. Lorenzo Aldé foi à UERJ para conversar com a cientista política Alessandra Aldé, por acaso sua irmã, professora do Departamento de Comunicação e coordenadora do grupo de pesquisa Tecnologias de Comunicação e Política (TCP), que vem monitorando a campanha eleitoral nas mídias digitais, inclusive grupos de Whatsapp.

Alessandra comenta as novas estratégias de manipulação da desinformação, que vem sendo aplicadas e influenciando nos resultados de eleições de diversos países. No Brasil, o uso maciço de grupos de WhatsApp para disseminação de mentiras torna-se um caso de estudo único, que desafia os pesquisadores. No dia seguinte à entrevista, foi publicada a reportagem do jornal /Folha de S. Paulo/ revelandoo financiamento empresarial para grupos digitais pró-Bolsonaro, e voltamos a procurar a professora Alessandra para comentar a revelação.

Alessandra graduou-se em Comunicação Social (Jornalismo) pela PUC-RJ, fez mestrado e doutorado em Ciência Política no IUPERJ. Entre 2015 e 2016, realizou estágio pós-doutoral junto ao Latin American Centre da Universidade de Oxford. Autora do filme “Arquitetos do poder” (2010), com Vicente Ferraz, documentário de referência sobre o marketing político no Brasil, atualmente Alessandra concentra suas pesquisas em comunicação, tecnologias e cultura política, estratégias persuasivas, comportamento eleitoral e opinião pública.

Os primeiros resultados de seu grupo de pesquisa acabam de ser divulgados pela Agência Pública:
apublica.org/2018/10/grupos-pro…rnet-diz-pesquisa/

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Drops#03

O passadorâmico Eduardo Seabra entrevistou o cientista político Fábio Vasconcellos, professor do Departamento de Jornalismo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da ESPM. A conversa foi sobre as eleições de 2018, as surpresas causadas pelas pesquisas eleitorais e o efeito do Whatsapp e das notícias falsas sobre o resultado do primeiro turno das eleições.

Fábio Vasconcellos é especialista em análise e jornalismo de dados. Já realizou trabalhos sobre sobre democracia digital, comportamento eleitoral, opinião pública e representação política. Em 2018, ganhou visibilidade na mídia pela criação da ferramenta interativa “Voto Retrô”, que mostra o comportamento dos candidatos a deputado federal em relação a temas políticos relevantes da atualidade. Seu trabalho pode ser conferido no site fabiovasconcellos.com/, no qual ele também compartilha pesquisas sobre política e dados.

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PASSADORAMA #04

No episódio número #04, Angélica Fontella, Eduardo Seabra, Lorenzo Aldé, Rodrigo Elias e Thalyta Mitsue se enveredam pelos corredores dos ministérios da Oceânia e se entorpecem com altas doses de Soma. O tema do mês é Utopias e Distopias. Partimos dos clássicos 1984 (1949) de George Orwell e Admirável mundo novo (1932) de Aldous Huxley para levantar a grande questão: Distopia é ficção?

Pauta: Eduardo Seabra

Edição: Eduardo Seabra

Locução: L. C. Csekö

Participações especiais:

Lara Nogueira da Silva Leal (pós-doutoranda PAPD/FAPERJ do Programa de Pós-Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Puc-Rio) e autora de “A carta de marear de Cardoso Pires ou A viagem do escritor em busca de uma linguagem”, Revista Semear, v.11, 2005 e coautora de “Don Gabriel de todas as primaveras” in O intelectual e o espaço público, Editora da UFMG, 2015).

Renato Nunes Bittencourt (professor da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor de Verdade, Informação e Esclarecimento Público na Comunicação Social, Mauad X, 2015 e de “George Orwell e o distópico futuro da humanidade perante o poder totalitário” in  Filosofia, Literatura e Cinema: intercessões, Liber Ars, 2011).

 

Dicas:

Branco Sai, Preto Fica (Adirley Queirós, 2014 – Filme)

Brazil: O Filme (Terry Gilliam, 1985 – Filme)

Delicatessen (Marc Caro, Jean-Pierre Jeunet, 1991 – Filme)

O Demolidor (Marco Brambilla, 1993 – Filme)

Eles Vivem (John Carpenter, 1988 – Filme)

A Estrada (John Hillcoat, 2009 – Filme)

Ex_Machina: Instinto Artificial (Alex Garland, 2014 – Filme)

The Future (Leonard Cohen, 1992 – Música)

Idiocracia (Mike Judge, 2006 – Filme)

The Last Man on Earth (Will Forte, 2015-2018 – Série)

The Office (Greg Daniels, Ricky Gervais, Stephen Merchant, 2005-2013 – Série)

Senhor das Moscas (William Golding, 1954 – Livro)

SciCast #232: Fim do Mundo! (29/12/2017 – Podcast)

The Walking Dead (Telltale – Jogo)

 

Músicas:

 

Referências

ADMIRÁVEL mundo novo. Direção de Leslie Libman e Larry Williams. 1998. Filme para TV.

BANDEIRA, Luiza. “Quais os fatos reais que inspiraram The Handmaid’s Tale”in Nexo, 28/11/2017: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/11/28/Quais-os-fatos-reais-que-inspiraram-The-Handmaid%E2%80%99s-Tale.

BAUMAN, Zygmunt. Living in utopia (palestra). 2005. Vídeo disponível em: https://digital.library.lse.ac.uk/objects/lse:vob876pub. Transcrição disponível em: https://www.respekt.cz/respekt-in-english/living-in-utopia.

BRADBURY, Ray. Farenheit 451. São Paulo: Biblioteca Azul, 2012.

BRAGG, Melvyn. Aldous Huxley’s Brave New World. BBC-UK In Our Time, 09/04/2009. Podcast. (45 min.). Disponível em: https://www.bbc.co.uk/programmes/b00jn8bc.  

BRAGG, Melvyn. Utopia. BBC-UK In Our Time, 09/04/2009. Podcast. (30 min.). Disponível em: https://www.bbc.co.uk/programmes/p005462n.

BRAGG, Melvyn. Modernist Utopias. BBC-UK In Our Time, 09/04/2009. Podcast. (45 min.). Disponível em: https://www.bbc.co.uk/programmes/p003k9fz.

COHEN, Leonard. The future (música). 1992.

DANOWSKI, Déborah; CASTRO, Eduardo Viveiros de. Há mundo por vir? Ensaios sobre os medos e os fins. Florianópolis: Desterro, 2014.

FONTENELLE, Isleide Arruda. O nome da marca: McDonald’s, fetichismo e cultura descartável. São Paulo: Boitempo, 2002.

FROMM, Erich. Posfácio in ORWELL, George. 1984. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2009. http://pesquisdemica.blogspot.com/2016/11/erich-fromm-sobre-1984-de-george-orwell.html.

GINZBURG, Carlo. “Matar um mandarim chinês: As implicações morais da distância”, in Olhos de Madeira: Nove reflexões sobre a distância. Trad. Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.

HIGHET, Gilbert. The anatomy of satire. Princeton: Princeton University Press, 1962.

HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: O breve século XX. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 1995.

HUXLEY, Aldous. Admirável mundo novo. São Paulo: Círculo do Livro, 1989.  

HUXLEY, Aldous. Regresso ao admirável mundo novo. São Paulo: Itatiaia, 2015.

KOSELLECK, Reinhart. “Terror e sonho – Anotações metodológicas para as experiências do tempo no Terceiro Reich”, in Futuro Passado: Contribuição à semântica dos tempos históricos. Trad. Wilma Patrícia Maas e Carlos Almeida Pereira. Rio de Janeiro: Contraponto / Ed. PUC-Rio, 2006.

LEPORE, Jill. “A golden age for dystopian fiction: What to make of our new literature of radical pessimism”, in The New Yorker, 05 e 12 de junho de 2017: https://www.newyorker.com/magazine/2017/06/05/a-golden-age-for-dystopian-fiction.

MANCUSO, Cecilia. “Speculative or science fiction? As Margaret Atwood shows, there isn’t much distinction”in The Guardian, 22/02/2018: https://www.theguardian.com/books/2016/aug/10/speculative-or-science-fiction-as-margaret-atwood-shows-there-isnt-much-distinction.

MORE, Thomas. Utopia. Edição bilíngue. Trad. Márcio Meirelles Gouvêa Júnior. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2017.

OSNOS, Evan. “Doomsday Prep for the Super-Rich” in The New Yorker, 30/01/2017. Disponível em: https://www.newyorker.com/magazine/2017/01/30/doomsday-prep-for-the-super-rich

ORWELL, George. 1984. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2009.

PYNCHON, Thomas. Posfácio in ORWELL, George. 1984. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2009.

POSTMAN, N. Amusing ourselves to death. Londres: Penguin, 2005

SWIFT, Jonathan. Uma modesta proposta para prevenir que, na Irlanda, as crianças dos pobres sejam um fardo para os pais ou para o país, e para as tornar benéficas para a República. 1729. Tradução de Helena Barbas: http://www.helenabarbas.net/traducoes/2004_Swift_Proposal_H_Barbas.pdf; em inglês:   https://files.acrobat.com/a/preview/db8c97a9-64c2-4b08-a2f2-64226583ca50

*Entrevistas:

Dublagem: Angélica Fontella

Tradução: Eduardo Seabra

Aldous Huxley – Trata-se de uma dramatização de Admirável Mundo Novo (1932), narrada por ele, para uma espécie de radionovela da CBS de 1956. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=1etUD_AE59g.

George Orwell – Trata-se de uma dramatização feita para o documentário da BBC George Orwell: A Life in Pictures (Chris Durlacher, 2003), baseada em escritos deixados por Orwell. O documentário é feito como se fosse uma entrevista de verdade da época. Não há registros de gravações de George Orwell em vida. Trecho do documenário disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=JXm5hklbBsA.

**Comercial Soma – Narração de Thaiane Settecerze e L. C. Csekö.