Uma proposta modesta para salvar o Brasil

Por Um Patriota

13/07/2019

É uma grande tristeza andar hoje pelas grandes cidades brasileiras, bem como viajar pelo interior do país, e ver as avenidas, as calçadas, os espaços públicos em geral tomados por jovens mulheres pedintes, sempre acompanhadas por três, quatro, às vezes seis crianças maltrapilhas importunando transeuntes enquanto tentam vender alguma quinquilharia ou pedem esmola. Essas mães, que por conta da falta de qualificação não estão aptas para o trabalho, se veem obrigadas a empregar seu tempo perambulando enquanto imploram para o sustento dos seus filhos. Estes, quando crescem, vão engrossar as fileiras do tráfico de drogas ou viram massa de manobra de certos políticos, em situação que pode descambar em uma “venezuelização” do Brasil. Dados de 2018 apontam que apenas em São Paulo, a cidade mais rica do país, há 107 mil pessoas vivendo nas ruas.

Acredito que todos os grupos políticos – mesmo os de esquerda, que, conforme afirmou o presidente da República, gostam de pobres – concordam que a enorme quantidade de crianças em situação de miséria torna o momento difícil pelo qual o Brasil passa especialmente dramático; os mesmos grupos, independentemente da coloração partidária, concordariam que aquele que elaborasse uma medida eficaz, justa, barata e fácil para transformar aqueles brasileirinhos em membros úteis da Pátria mereceria ter sua estátua erguida em praça pública.

Entretanto, minha intenção não se restringe a lidar apenas com o problema das crianças “pedintes”. Ao contrário, minha proposta tem uma extensão bem maior, e procura abranger todas as crianças até certa idade e que são filhas de pais com poucas condições de garantir seu sustento – e que, na prática, vivem em condições semelhantes às daquelas que vivem nas ruas a pedir.

Da minha parte, tendo guiado minha atenção para tal assunto durante vários meses, e tendo amadurecido e ponderado outras propostas, percebi que as soluções até agora sugeridas possuem erros grosseiros – inclusive em matéria de cálculo. É verdade que uma criança pode ser alimentada exclusivamente através da amamentação durante o seu primeiro ano de vida, sem muito dispêndio com complementos alimentares – complementos que podem ser custeados com a mendicância ou com outros tipos de esmola, como o Bolsa Família. É justamente a partir de um ano de idade que eu proponho uma solução que, ao invés de deixar que as crianças sejam um fardo para suas famílias, para a sociedade e para o já ineficiente Estado, elas contribuam para o sustento de milhares – ou mesmo de milhões – de brasileiros e brasileiras.

Há uma outra grande vantagem no meu plano: a prevenção do aborto, esta prática horrível através da qual as mulheres assassinam os fetos, algo tão frequente entre nós. Matar bebês ainda no útero, uma prática que as tais feministas defendem com tanto entusiasmo, é uma atitude que enche de lágrimas até mesmo os olhos daqueles mais insensíveis.

De acordo com o IBGE, o Brasil tem hoje 208 milhões de habitantes. Destes, cerca de 25 milhões são mulheres em idade fértil. Cerca de dez milhões destas têm condições de, com seus companheiros, manter seus filhos com recursos próprios – um número que tem caído com a atual crise, herdada dos desgovernos de esquerda e de “defensores dos direitos humanos”. Assim, contando as mulheres que vivem em situação de pobreza – sejam as que criam seus filhos através dos diversos tipos de esmola ou as que optam pela abominável prática do aborto – e levando em consideração a taxa de natalidade do país, temos no Brasil, anualmente, o nascimento de cerca de um milhão e meio de crianças abaixo da linha de pobreza.

A questão que se coloca, portanto, é a seguinte: como continuar sustentando uma nova Goiânia, ou Belém, ou Porto Alegre em número de habitantes por ano na atual situação econômica? As soluções até agora propostas, que apelam para o “coitadismo” e para a cobrança de impostos sobre quem produz riqueza por seus próprios méritos, não oferecem uma saída definitiva. As crianças que vivem em tal situação não podem, por conta de uma legislação intervencionista que proíbe o trabalho de indivíduos menores de 16 anos (equívoco apontado pelo grande liberal Mises no início do século XX), ser empregadas em atividades produtivas, seja no campo ou na cidade, onde poderiam servir de mão de obra muito mais econômica. A legalização do trabalho infantil, sugerida pelo presidente da República, falha apenas por inchar um mercado de trabalho que já possui um excedente de 14 milhões de pessoas. Em geral, o caminho mais aberto para os menores pobres é o do criminalidade: como a legislação defende bandidos que ainda não completaram 18 anos de idade, a vida à margem da lei acaba sendo uma escola para a arte do crime já a partir dos seis ou sete anos. Mesmo nessas condições, apesar da visão sobre a “rentabilidade” da vida dessas crianças e adolescentes que escolhem a ilegalidade, o retorno financeiro para os pais é muito pequeno. Não é suficiente nem mesmo para cobrir os custos do sustento até os sete anos de idade. Quando o caminho escolhido não é o do crime, estes indivíduos acabam superlotando escolas públicas e universidades, principalmente através do nefasto mecanismo das cotas, que divide o país entre negros e brancos, gerando para o Estado brasileiro um gasto incompatível com as necessidades da economia atual.

Apresento, portanto, de forma humilde, minhas próprias ideias para solucionar o enorme problema, e espero ser compreendido.

Fui assegurado por um cidadão norte-americano muito bem informado que uma criança saudável e bem nutrida é, com um ano de idade, a comida mais deliciosa, nutritiva e completa – seja assada, grelhada ou cozida. E eu não tenho a menor dúvida de que tal carne poderia igualmente ser bem aproveitada em um estrogonofe ou como recheio para salgados como os vários tipos de coxinhas gourmet vendidas nas mais bem frequentadas padarias de São Paulo ou de Curitiba, ou ainda como preciosidades nos cardápios das hamburguerias mais descoladas do centro-sul do país. Além disso, trata-se de um alimento low carb, dieta que faz bastante sucesso entre os praticantes de crossfit.

Sugiro, humildemente, que se considere preservar 15% das um milhão e meio de crianças para fins reprodutivos – e destas, apenas ¼ do sexo masculino, uma razão ainda maior do que aquela que é utilizada para o gado bovino (como as classes mais pobres são menos apegadas aos valore familiares, como prova a própria quantidade de nascidos de pai desconhecido naquele grupo, é mais do que razoável que um homem sirva a quatro mulheres para fins reprodutivos). Assim, ainda teremos anualmente 1.275.000 crianças com um ano de idade que poderiam ser vendidas em um mercado de alimentação exclusivo – sempre aconselhando as mães que amamentem bastante os bebês no último mês, de modo a engordá-los e, assim, fazê-los mais adequados a variados tipos de preparo. Uma única criança poderia render até dois jantares festivos para famílias pequenas, ou mais de uma dezena de pratos bem elaborados em bons restaurantes – sem contar que as sobras ou partes menos carnosas poderiam ser aproveitadas em tortas, caldos ou outros tipos de receita. Uma criança nascida com o peso de 3Kg pode triplicar de peso em um ano, podendo facilmente chegar aos 10 ou 12Kg se nutridas adequadamente.

É compreensível que, por conta da raridade, esta carne tenha um alto preço no mercado, motivo pelo qual deverá ser destinada ao consumo de pessoas ricas, como políticos, empresários, acionistas de setores como o bancário e o agronegócio, militares de alta patente e líderes religiosos bem-sucedidos – em resumo, grupos que, por já terem devorado os pais, parecem ser os mais habilitados a se servirem dos filhos.

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José Cruz/Agência Brasil (imagem, até onde se sabe, meramente ilustrativa)

A carne de crianças poderá ser produzida com regularidade durante todo o ano, embora as maiores safras aconteçam em novembro – fruto das relações sexuais consumadas durante o carnaval. Assim, embora o mercado possa ter um abastecimento regular durante o ano inteiro, é provável que uma quantidade maior da iguaria mais tenra esteja disponível para as festividades de Natal e de Ano Novo, o que ainda traz a vantagem colateral de diminuir entre nós a quantidade de pessoas que são frutos das relações geralmente impuras da folia carnavalesca – o que seria mais um argumento cristão para a medida.

Calculei os gastos com a nutrição de uma criança nascida de pedintes (incluindo aí as beneficiárias do Bolsa Família) em R$ 492 por ano – abrangendo ainda trapos para vestir. Acredito que um cidadão de bem não se furtaria a pagar o dobro deste valor por um indivíduo de um ano de idade, o que equivaleria a um preço, por quilo, de R$ 82,00, o dobro do preço da picanha bovina ou metade do preço do camarão rosa – uma bagatela para um jantar refinado em Campos do Jordão ou na Barra da Tijuca. Assim, a progenitora da criança fornecida a este mercado de elite pode ter um lucro de 100% e ficar livre para realizar algum tipo de trabalho enquanto produz outra ninhada.

Além da venda direta para o consumo de carne, a indústria pode tirar mais proveito do novo mercado, por exemplo, utilizando a pele para a produção de artigos de luxo, como luvas, calçados ou outros artigos para a prática de esportes de elite como tênis e golfe – o que seria muito eficiente para a retomada do crescimento econômico, já que este é um mercado destinado a pessoas que ficam cada dia mais ricas.

Ainda quanto ao suprimento do mercado, a carne que atravessa o processo industrial pode ser muito bem aproveitada, chegando aos melhores açougues e demais lojas de conveniências já cortada e embalada, podendo as partes menos nobres ser vendidas em supermercados comuns, atendendo a uma parcela da classe média. Aconselha-se, entretanto, principalmente para ocasiões especiais, que a criança seja comprada ainda viva para que o tempero e todo o prepara possa ser feito com o alimento ainda fresco, como se faz no caso dos leitões assados.

Uma pessoa muito importante, um verdadeiro patriota, cujas virtudes eu estimo grandemente, fez recentemente uma digressão sobre o tema para oferecer alguns refinamentos ao meu plano. Ele afirmou que muitos homens de bem do país, tendo em vista a escassez e o encarecimento de certos alimentos mais raros e sofisticados, como a lagosta e o palmito juçara, consumidos quase até a sua extinção, poderiam considerar para este mercado a carne de jovens moças e rapazes entre doze e quatorze anos de idade. Deste modo, ele argumentava, um grande número de indivíduos de ambos os sexos e que estão à beira da inanição e sem trabalho em várias regiões poderia ser vendido por seus pais. Entretanto, com todo o respeito ao meu amigo, não posso concordar com o argumento. Em relação aos jovens machos, fui assegurado pelo já mencionado cidadão norte-americano, a partir de uma larga experiência, que esta carne é geralmente dura e muito magra, e seu gosto muito desagradável – o que demandaria um processamento industrial caro demais para tornar o alimento palatável e próprio para preparos muito sofisticados. Em relação às fêmeas, tal medida seria antieconômica, uma vez que as mesmas estão a poucos anos de se tornarem fornecedoras de carne. Além disso, não é improvável que algumas pessoas mais escrupulosas possam desaprovar tal prática (embora isso seja injusto), dizendo que a mesma beira a crueldade – o que, eu assumo, tem sido minha maior objeção em relação a qualquer outro projeto, por mais que sua intenção seja benéfica.

Em favor do meu amigo, ele confessou que tal ideia foi colocada em seu horizonte por um nativo de uma comunidade autônoma localizada em uma ilha no sul da Ásia. Vinte anos atrás, ele o conheceu e ficou sabendo de uma prática corriqueira naquela localidade: quando algum jovem era condenado à morte, o carrasco vendia sua carcaça para as pessoas mais importantes da região como um artigo muito valioso. Em certa ocasião, uma moça de quinze anos e um tanto rechonchuda que havia sido executada por ter tentado envenenar o maior potentado local acabou tendo as partes do seu corpo vendidas para altos membros do governo – e o seu preço alcançou uma pequena fortuna. O fato é que, embora o Brasil não fosse piorar em termos sociais se adolescentes fossem vendidas para este propósito, as moças pobres daqui já têm sido exploradas em outro tipo de atividade.

Algumas pessoas, sobretudo aquelas mais sensíveis, têm se preocupado com o grande número de pobres que são velhos, doentes ou que estão em estado de invalidez permanente. De início, também me pus a pensar sobre a questão. Entretanto, a Reforma da Previdência, recentemente aprovada, garantiu que os idosos mais pobres, bem como aqueles que recebem benefício por invalidez, tenham cada vez mais dificuldade para conquistar algum tipo de amparo estatal, tendo inclusive seus benefícios reduzidos de imediato, o que levará tal parcela da população ao desaparecimento muito brevemente. Assim, a solução para a questão já foi heroicamente dada pelo Congresso Nacional e por iniciativa do Executivo. O mesmo tipo de preocupação afligiu-me inicialmente em relação à pobreza que grassa na zona rural brasileira. A Reforma da Previdência, ao impor barreiras quase intransponíveis para que aquela parcela da população consiga meios de sobrevivência no futuro, e com o auxílio dos agrotóxicos venenosos recentemente liberados no país, também deu conta do problema. Assim, este peso que representa os pobres idosos da cidade e do campo logo estará eliminado.

Tendo fugido bastante do assunto, voltemos agora ao tema principal. Acredito que as vantagens da minha modesta proposta são óbvias e muito numerosas, bem como da maior importância.

Em primeiro lugar, como já observei, diminuiríamos enormemente a quantidade de indivíduos originários de relações imorais – que já invadiram a sociedade brasileira, sendo os que mais se reproduzem, constituindo, assim, uma das maiores ameaças aos nossos valores mais tradicionais.

Em segundo lugar, as famílias mais pobres serão elas mesmas proprietárias de algo de valor reconhecido pelo mercado, o que pode facilitar sua entrada no sistema de crédito ou mesmo a quitação de débitos com instituições financeiras a partir da perspectiva de venda dos filhos.

Em terceiro lugar, enquanto a manutenção de um milhão e meio de crianças pobres nascidas por ano custa R$ 738 milhões (e que iriam se sobrepor a mais um milhão e meio de novas crianças a cada ano), minha proposta reverte tal gasto em um lucro de R$ 1.475 bilhão – que ainda teria a vantagem de circular no mercado interno e gerar mais riqueza.

Em quarto lugar, os produtores mais constantes, além do ganho de R$ 984 por ano (em média) por cada criança, ficariam livres dos gastos de criação pelos anos seguintes – do ponto de vista dos gastos públicos, haveria considerável economia nas pastas da Educação, Saúde e Segurança Pública, contribuindo para a responsabilidade fiscal da União, dos estados e dos municípios.

Em quinto lugar, o novo produto atrairia uma boa clientela aos restaurantes, o que certamente resultaria em um maior esmero por parte dos proprietários dos estabelecimentos e maior desenvolvimento das técnicas gastronômicas por parte dos já reconhecidos excelentes chefsque atuam no cenário brasileiro. O país, assim, poderia ser referência mundial no preparo deste tipo de carne, o que agregaria ainda mais valor ao produto, podendo até mesmo transformar o Brasil em uma espécie de Cancún da gastronomia, um destino internacional para os apreciadores de um bom prato.

Em sexto lugar, a medida também seria um incentivo ao casamento tradicional, de acordo com a verdadeira norma cristã, isto é, a união de um homem com uma mulher. Além disso, tais uniões acabariam sendo abençoadas com o maior cuidado das mães em relação às crianças, uma vez que estas são uma garantia de lucro futuro, o que levaria uma mentalidade empreendedora para o seio familiar. Os maridos, por sua vez, diminuiriam o tratamento violento dispensado às esposas – pelo menos durante a gravidez, uma vez que não é economicamente razoável, a bem dizer, maltratar sua fonte de lucro e perder um investimento.

Muitas outras vantagens poderiam ser enumeradas. Por exemplo, poderíamos reduzir o consumo interno de outras carnes que geralmente exportamos, como a bovina e a suína, uma vez que uma criança gorda de um ou dois anos assada pode oferecer um banquete digno até mesmo de autoridades da República, podendo inclusive ser servida a membros do corpo diplomático de um país amigo importante como os Estados Unidos. Mas as outras vantagens devem ficar para a discussão do público.

Tendo em consideração que há no Brasil cerca de 170 mil pessoas ricas, que poderiam consumir regularmente carne de crianças pobres, além de uma classe média significativa, que poderia consumir a iguaria em ocasiões especiais, particularmente em festas de casamento ou nos eventos de final de ano, e sabendo que a maior parte destes grupos está situada em São Paulo, é provável que uma fatia significativa desta nova produção – em torno de 60% – seja destinada àquele estado. Assim, o restante do país ainda teria a disponibilidade de cerca de 600 mil carcaças anuais, o que seria mais do que suficiente para abastecer um mercado razoavelmente exclusivo.

Eu não consigo pensar em uma objeção séria à presente proposta, a não ser que se argumente que seus números, sobretudo no que dizem respeito aos aspectos demográficos, estão equivocados. Entretanto, eu percorri os dados com bastante rigor antes de elaborar este plano. É preciso, de todo modo, considerar que o projeto dá conta apenas do caso brasileiro, e conta apenas com o mercado nacional, sem nenhuma dependência das relações impostas pelo Globalismo – o que, aliás, é outra das suas vantagens.

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Alan Santos/PR (Jantar na embaixada brasileira em Washington, EUA)

Enfim, eu não sou tão violentamente preso à minha própria opinião que não possa aceitar alguma proposta de alguém que tenha igualmente se dedicado ao tema, desde que a solução seja igualmente livre de vícios, barata, fácil e efetiva. Entretanto, antes que alguém alegue, em contrariedade ao meu projeto, que há solução melhor, peço que o suposto autor leve em conta dois pontos: 1) no estado atual do país e com a obrigação constitucional de manter o teto fiscal, como se pretende manter milhões de bocas famintas e carentes de trabalho? 2) como seria possível para a enorme quantidade de famílias vivendo em situação de pobreza e miserabilidade, tanto no campo quanto na cidade, ter acesso a crédito para suprir suas necessidades vitais, o que ultrapassaria a quantia de R$ 4 bilhões anuais? Peço, enfim, que os legisladores insatisfeitos com minha proposta perguntem aos pais das crianças pobres se eles não prefeririam ter vendido os seus filhos na idade correta para que servissem de alimento e, assim, ter evitado as cenas degradantes que somos obrigados a testemunhar diariamente, com a pobreza enfeando uma pátria tão conhecida por sua beleza.

Declaro, finalmente, que não possuo interesse pessoal na presente empreitada, sendo movido apenas por atender o interesse do país, aquecendo a economia, dando melhores condições de financiamento ao Estado brasileiro, aliviando os pobres e dando algum merecido prazer aos mais ricos. Apesar de ter uma esposa jovem, eu já não posso mais ser pai por meios naturais, e meu filho mais novo já passou da idade de servir de alimento, encontrando-se atualmente em intercâmbio estudantil nos Estados Unidos, em vista de uma carreira política no futuro.

Sem mais, Um Patriota.

(Versão de @Manejaco para o original de Jonathan Swift, de 1729)*

*Aproveite para ouvir nosso episódio #4 Distopia é ficção?

 

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